domingo, 6 de março de 2016

Buzz to Buddy

Em 2014, Tom Fletcher, vocalista e guitarrista da banda britânica McFly, emocionou muita gente com o vídeo Bump to Buzz em que mostra a evolução da gravidez de sua esposa Giovanna.

Eles tiraram fotos diariamente ao longo da gestação e compilaram tudo ao som de Something New, música que Tom compôs especialmente para o vídeo. Na canção, ele expressa seu desejo por algo novo em meio às previsibilidades da vida.

O resultado dessa dedicação é um vídeo delicado e adorável:

Ano passado, o casal anunciou que estava esperando o segundo filho com mais um vídeo criativo, agora com a participação do menino Buzz já todo grandinho:


Hoje foi postada uma homenagem para o recém-nascido Buddy. Nas palavras de Tom: "Nós tiramos fotos quase todos os dias da gravidez... de novo! Bem, nós fizemos isso para o Buzz, então como poderíamos não fazer isso para o Buddy?"

Confira o segundo vídeo dessa série (hehe), Bump to Buddy, e  prepare-se para aquecer seu coraçãozinho mais uma vez:

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Conhecendo o bonito do caminho

O Bonito do Caminho, projeto do casal Ismael e Karina, foi feito para desconstruir aquele pensamento de que para viajar tem que planejar, gastar, planejar e gastar mais um pouquinho.


Karina e Ismael junto de suas companheiras de viagem: Cachopa e Estopa.

"De Floripa ao Uruguai de Bicicleta", a primeira série do canal, já mostrou que isso é possível. Nem tudo foram flores, claro, mas os perrengues não conseguiram ofuscar a beleza do caminho.




A segunda série, "De Floripa a Ilha do Mel de Bicicleta", ainda está no seu terceiro episódio, ou seja, você pode acompanhar tudo em primeira mão! Toda semana tem vídeo novo!



Quer saber mais sobre O Bonito do Caminho? Curta a página do Facebook, inscreva-se no canal do YouTube e siga o Instagram do projeto. Para contribuir financeiramente com as próximas viagens (e vídeos) desses queridos, você pode comprar plaquinhas de bicicleta e adesivos de carro feitos por eles.




terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Entendeu ou quer que eu desenhe e faça uma analogia?

Há alguns meses, a Polícia do Vale do Tamisa, na Grã-Bretanha, vem utilizando a versão britânica do vídeo intitulado Tea Consent a fim de conscientizar a população acerca do consentimento sexual.

O vídeo apresenta, de maneira leve, simples e espirituosa, uma analogia entre chá e sexo. E, lembrando que o chá é a bebida mais popular consumida por lá, a analogia fica ainda mais interessante.


O vídeo abaixo é oficial e possui legendas em inglês, espanhol e francês. Em seguida, ainda, coloquei a tradução que fiz para o português.



***
Se você ainda tem dúvidas sobre o consentimento, apenas imagine que ao invés de iniciar uma relação sexual com alguém, você está preparando-o uma xícara de chá.

Você diz: "Ei, você gostaria de uma xícara de chá?" E a pessoa fala: "Ai, meu deus, sim, eu adoraria uma xícara de chá!!! Obrigado!" Então você sabe que ela quer uma xícara de chá.

Se você diz: "Ei, você gostaria de uma xícara de chá?" E a pessoa fala assim: "Hum, eu não tenho certeza..." Nesse caso, você pode ou não fazer uma xícara de chá, mas esteja consciente de que ela pode não beber. E se ela de fato não beber, - e essa é a parte importante - não a faça beber. Não é porque você fez o chá que tem o direito de assistir a pessoa beber.

E se essa pessoa disser: "Não, obrigado.", então não faça chá para ela. Mesmo. Apenas não faça chá. Não a obrigue a beber chá. Não fique irritado por ela não querer chá. Ela apenas não quer chá, ok? 

Ela pode dizer: "Sim, por favor, que legal da sua parte." e quando o chá chegar, ela realmente não quer mais o chá. Claro que isso é um pouco irritante, já que você teve todo um esforço para fazer o chá, mas ela continua sem obrigação de beber o chá. Ela queria o chá, agora ela não quer. Algumas pessoas mudam de ideia no tempo em que leva para ferver a água, infundir o chá e adicionar o leite. E não é errado mudar de ideia, e você ainda não tem o direito de assisti-la beber o chá.

E se a pessoa estiver inconsciente, não faça chá para ela. Pessoas inconscientes não querem chá e não podem responder quando você perguntar: "Você quer chá?", porque eles estão inconscientes.

Ok, talvez ela estivesse consciente quando você perguntou se queria chá e ela disse sim, mas no tempo em que você levou para ferver a água, infundir o chá e adicionar o leite, ela ficou inconsciente de novo. Você deveria deixar o chá de lado, garantir que a pessoa inconsciente está fora de perigo e - essa é a parte importante de novo - não a faça beber o chá. Ela tinha dito que queria, claro, mas pessoas inconscientes não querem chá.

Se a pessoa disse "sim" para o chá, começou a beber e desmaiou antes de ter terminado: Não continue colocando chá garganta adentro. Leve o chá embora e certifique que a pessoa está em segurança. Porque pessoas inconscientes não querem chá. Pode confiar. 

Se a pessoa disse "sim" para o chá na sua casa sábado passado, isso não quer dizer que ela quer que você faça chá para ela o tempo todo. Ela não quer que você apareça, inesperadamente, na casa dela e a force a beber chá, dizendo: "Mas você queria chá semana passada!" ou acordar com você derramando chá garganta adentro, falando: "Mas você queria chá na noite passada!"

Se você consegue entender o quão absurdo é forçar as pessoas a tomarem chá quando elas não querem tomar chá e está apto para perceber quando pessoas não querem chá, então por que é tão difícil quando se refere ao sexo? Tratando-se de chá ou sexo, consentimento é tudo. Anotado isso, eu estou indo preparar uma xícara de chá para mim.
***

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

À procura da Terra Feliz

Wake Me Up At HappyLand faz parte da coleção de histórias de dormir para adultos feita pelo artista e escritor Josef Lee.

A história ilustrada e quase sem texto apresenta um homem que sai pelo mundo em busca da felicidade. Por onde passa, ele carrega um cartaz pedindo que seja acordado quando estiver no que ele chama de Terra Feliz.

Será que ele encontrou o que procurava? Confira a trajetória na íntegra:

ACORDE-ME NA TERRA FELIZ



























"Nós estamos indo para a Terra Feliz?"

"Papai! Mamãe! Nós estamos indo para a Terra Feliz!"


"Aos sonhadores, aos viajantes, aos que buscam a Terra Feliz:
Lembrem-se que tudo o que se precisa é um pingo de luz para iluminar seu universo,

que atrás de cada lágrima há um sorriso para descobrir


e que em cada pequena coisa há uma Terra Feliz à espera".

O autor conta que criou essa história para não se esquecer que a felicidade existe nas pequenas coisas, desde que estejamos dispostos a ver. O personagem dorme durante as viagens e demora para perceber isso. Ele não precisava ser acordado na Terra Feliz, ele precisava acordar!

Para conferir as histórias anteriores e acompanhar o que está por vir, acesse o site e o Facebook de Lee.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Meu amigo secreto não é machista, mas, porém, contudo, todavia...

As redes sociais estão sendo palco para mais uma campanha que denuncia o machismo. Por meio da hashtag #meuamigosecreto, são expostas, principalmente, a hipocrisia e a contradição nas atitudes e falas de diversos homens.

Eis alguns exemplos:



Essa semana, além de todas as denúncias espalhadas pela minha timeline do Facebook, eu ainda me deparo com mais uma notícia que reflete nossa sociedade machista e intolerante. Holly Brockwell foi convidada para fazer parte do projeto 100 Women da BBC, que dá voz a mulheres inspiradoras pelo mundo, e contou um pouco sobre sua decisão de não querer ter filhos.

Holly Brockwell

Brockwell fala sobre as tentativas malsucedidas de submeter-se a uma esterilização com seus vinte e poucos anos (segundo ela, não há idade mínima para esse procedimento no Reino Unido, porém nenhum médico concordou em fazê-lo). Relata que, aparentemente, as pessoas acreditam que todos que tem filhos estão felizes com suas escolhas e que não há razão aceitável para sua decisão.

É, porém, a repercussão desse texto da Brockwell que me assusta. Por volta de meia hora depois da publicação, o volume de mensagens que ela recebeu via e-mail, Facebook, Instagram e Twitter a deixou preocupada. Muitos mandaram mensagens de apoio e dizendo pensar como ela. Outros disseram o de costume, que ela está sendo egoísta ou vai mudar de ideia no futuro.

Infelizmente, várias pessoas foram além disso e comentaram de forma ácida, cruel e repugnante. Uns diziam que estavam felizes que ela não iria se reproduzir, porque não teria mais gente como ela no mundo, e que ela precisava de um psicólogo. Outros afirmavam que ela só estava querendo chamar atenção. E um deles disse querer promover um financiamento coletivo a fim de pagar uma cirurgia para deixá-la incapaz de falar. Detalhe: Brockwell preferiu não expor alguns dos comentários por considerá-los ainda piores (!).

A internet permite que as pessoas sejam maldosas e inescrupulosas como foram com Brockwell, mas também deixa que você denuncie injustiças, apoie quem precisa ou mesmo fale ao "seu amigo secreto" que ele está errado e que precisa mudar. Vale ainda dizer que, apesar da campanha focar no comportamento dos homens, a oportunidade para que se repense atitudes e preconceitos está aí para todos, seja homem ou mulher.

#meuamigosecreto diz que não é machista, mas acha que a mulher só estará completa quando se tornar mãe.
#meuamigosecreto se diz feminista, mas acha que homem de 35 anos solteiro e sem filhos tá aproveitando a vida, já a mulher na mesma situação...

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Worry, be happy!

Menos uma preocupação para vida: Pode se preocupar à vontade!
Ficou confuso? Confere então o que Shana Lebowitz, repórter da Business Insider UK, escreveu sobre o assunto:


***
Se depois de terminar uma entrevista de emprego você tende a roer suas unhas até não dar mais e repete mentalmente as perguntas que você se atrapalhou pra responder até estar convencido que você nitidamente não conseguiu a vaga: anime-se!

Você pode ter uma vantagem sobre todos os outros.



Especificamente, você pode estar numa melhor posição para lidar com notícias boas e ruins quando estas chegarem.

Isso de acordo com uma nova pesquisa conduzida por Kate Sweeny, PhD na Universidade da Califórnia, Riverside, e citada no The New York Times. Sweeny e seus colegas queriam investigar, especificamente, os efeitos da preocupação enquanto se espera por resultados importantes, com potencial para mudanças na vida.

Eles observaram 230 estudantes de direito fazendo o California bar exam (o equivalente ao exame da OAB nos EUA), começando duas semanas antes do exame e finalizando logo depois da liberação dos resultados quatro meses mais tarde.

Os participantes do estudo preencheram questionários ao longo do período de estudo, indicando coisas como o quão ansiosos eles se sentiram e quanto desgaste eles tiveram ao pensar sobre o exame; a frequência com que eles tentaram se distrair ou esconder seus sentimentos; o quão confidentes eles se sentiram em relação a passar no exame; e quanto tempo eles gastaram planejando lidar com uma potencial falha.

Os resultados sugerem que há três estratégias gerais para lidar com o período de espera.

Enquanto algumas pessoas tentavam se distrair e fingiam que não estavam surtando, outras tentavam pensar mais no lado bom do que no fracasso. O terceiro grupo antecipou ativamente a possibilidade de falha. Essa última estratégia é similar ao que os pesquisadores chamam de "pessimismo defensivo" ou preparar-se para o pior enquanto ainda espera pelo melhor.

85% dos participantes passaram no exame. As 33 pessoas que não passaram foram questionadas se poderiam acreditar que tinham falhado e se poderiam aceitar a situação. Aqueles que passaram foram questionados se sentiram aliviados.

Duas descobertas fascinantes surgiram. Em primeiro lugar, os esforços dos participantes para se distrair e esconder seus sentimentos não ajudaram a amenizar suas ansiedades. De fato, aqueles que tentaram se distrair, frequentemente, acabavam se sentindo mais ansiosos.

"Nossas descobertas sugerem que o conselho de 'apenas tente se distrair' ou 'tire sua mente disso' não é, necessariamente, a receita para um período de espera livre de angústia", dizem os autores, acrescentando que "talvez a melhor alternativa seria simplesmente experimentar e expressar emoções de uma maneira natural sem tentar reprimi-las".

Em segundo lugar, a preocupação pareceu ser produtiva.

Em caso de fracasso, os participantes que tinham pensado e agido de forma pessimista durante o período de espera "estavam mais motivados para entrar em ação, provavelmente, visando refazer o exame na próxima oportunidade", segundo os pesquisadores. Por outro lado, pessoas que tentaram permanecer positivas e otimistas "reagiram às notícias de fracasso com um senso de descrença e negação".

Em caso de sucesso, os participantes que tinham se esforçado muito durante o período de espera foram, agradavelmente, surpreendidos, enquanto que os que tinham passado por isso de maneira tranquila ficaram, relativamente, desapontados.


Os pesquisadores dizem que suas descobertas "revelam uma troca emocional". Se você está esperando um retorno sobre uma entrevista de emprego ou um exame acadêmico, preocupar-se por algumas semanas ou meses pode predizer uma melhor experiência ao receber os resultados.

Em outras palavras, não se preocupe em se preocupar. Saiba que você está envolvido em um processo totalmente natural que pode até ser produtivo a longo prazo.
***

Don't worry, be happy!


quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Suti-hã?

Nas últimas semanas, tenho pensado bastante no porquê eu sou obrigada a usar sutiã dia sim, dia não, já que muitas vezes, acho que pelo menos pra quem tem seios pequenos (eu!), acaba sendo desnecessário.

Abaixo seguem seis motivos pelos quais você não deveria usar sutiã, segundo Liesbeth Rasker da amayzine.com:

***
1. Liberdade
LIBERDADE. Em caps lock, claro. Porque liberdade é o maior motivo para dias sem sutiã. Sem algo preso por volta do seu corpo, já que sutiãs são sempre tão apertados não importa o quão maravilhosos e caros eles sejam. Você sente liberdade quando suas "amigas" também estão relaxadas em suas roupas.


2. Usar vestidos complexos
Vestidos bastante decotados na frente ou nas costas, não importa, funciona com qualquer um. Um ano atrás, eu descobri um tipo de adesivo para manter as coisas em seus devidos lugares, então nós podemos dizer que a vida agora é perfeita.

3. Sem pontos de pressão desagradáveis nos seus ombros
Quando eu uso sutiã sempre tenho tipo uma cãibra em algum ponto do meu ombro por causa do enorme desconforto. Eu costumo comparar isso com usar mochila o dia inteiro. Não é divertido pra ninguém.


4. Sem marcas feias na sua pele
Odeio! Essas marcas aparecem por toda a parte. "Você deve estar usando um sutiã mal ajustado" é a objeção mais comum, mas isso acontece comigo com qualquer sutiã, tanto os mais caros quanto os mais baratos.

5. Deixa seus seios mais firmes
Ou é o que dizem. Uma pesquisa feita por uma universidade francesa examinou os seios de 330 mulheres, parte delas vestiu sutiã e a outra não. Aquelas que não usaram sutiã ficaram com os seios mais firmes do que aquelas que usaram. "Os resultados sugerem que os seios apresentam maior tônus e suportam-se sem o uso de sutiã. Sutiãs limitam o crescimento dos tecidos de suporte dos seios, deixando-os murchar e cair mais rapidamente". Resumindo, seus seios ficam preguiçosos quando você usa sutiã e começam a perder firmeza. Joga isso fora!

6. Significa que seu dia terminou
Normalmente, não uso sutiã o dia inteiro, mas digamos que eu tenha tido que usar em um dia de trabalho, não há nada melhor que chegar em casa e tirar, imediatamente, essa coisa. Você já viu o seriado New Girl? Jess, personagem interpretada pela atriz Zooey Deschanel, uma vez saiu de um trabalho por um tempo e falou as seguintes memoráveis palavras: "Meus peitos estão amando esse desemprego. Eles não tem que ir pra prisão de peito todo dia!"


***

É estranho que nunca tinha pensado em sair por aí sem sutiã e uma das coisas que recentemente me fez cogitar essa possibilidade foi ter visto fotos de looks sem sutiã da Keira Knightley e da Olivia Palermo, por exemplo, e gostado do resultado.

Saí duas vezes com vestidinhos e sem sutiã esse mês e achei muito bom! Foi, sim, libertador! Não tinha nada me apertando ou subindo sem o meu consentimento e as alcinhas não estavam ali pra cair de cinco em cinco segundos. Confesso que é meio estranho no começo, mas aos poucos você esquece que está sem.


Claro, talvez você não concorde com todos os motivos apontados por Liesbeth, já que cinco deles são baseados apenas na experiência dela. Além disso, a pesquisa - sobre deixar os seios mais firmes - tem uma amostra pequena e foi feita com um tipo específico de mulheres que não representa a população francesa, muito menos a mundial, como é apresentado em uma reportagem da BBC.

Pessoalmente, posso dizer que valeu a pena dar uma chance para essa ideia. Estou achando ótima essa liberdade e já decidi usar sutiã só quando achá-lo indispensável e não estiver me sentindo bem sem ele.